Visualizar:

▼ Postagens (70)
  • Sacolas Plásticas: Botas, sacolas, vasos ecobag, abajur e bolsas e acessórrios

    26

    Abr
    26/04/2012 às 09h43

    Vida Sustentável

    5 técnicas de upcycle feitas com sacolinhas plásticas

     Botas: A designer industrial chilena, Camila Labra, encontrou uma maneira interessante para criar botas de cano baixo utilizando sacolas plásticas. As botas são impermeáveis e construídas através de fusão das sacolas plásticas com o calor. O calçado é impermeável, flexível, leve e não-tóxico. Clique aqui e confira.

     Abajur: O Kulla, estúdio de design israelense, é o responsável por criar luminárias feitas de materiais reaproveitados. Através da técnica Upcycle, que consiste em dar nova vida a itens que perderam sua utilidade original, a dupla de designers, Adi Shpigel e Keren Tomer, cria abajures. Clique aqui para ver a matéria.

    Ecobag: O blog americano Etsy Labs é especializado em dar dicas de artesanato e em uma delas aparece uma solução para o problema com os sacos plásticos: transformá-los em ecobags. A sugestão é simples e o resultado é um material que pode ter diversas utilidades. Clique aqui e veja como fazer.

    Vasos: A dupla de designers australianas Sarah K e Liane Rossler desenvolveu uma maneira de transformar os sacos plásticos em vasos de plantas. A ideia foi inspirada no conceito de Upcycling, que incentiva a transformação de materiais que perderam sua utilidade original. Clique aqui para ver matéria.

    Bolsas e acessórios: A indústria têxtil é uma das que mais causam prejuízos ao meio ambiente. Ciente dessa informação e buscando uma alternativa mais sustentável para o mundo da moda, Juliana Suarez, encontrou a solução em um item que normalmente vai parar no lixo: as sacolas plásticas. A reutilização do item plástico resultou em sete técnicas diferentes para a fabricação de bolsas e outros acessórios. Clique aqui e confira.

  • Políticas, diretrizes e ações ambientais ao município de São Paulo

    28

    Mar
    28/03/2012 às 15h32

    O objetivo deste documento e contribuir com grupo de trabalho de meio ambiente da cidade traz a publico as políticas, diretrizes e ações que orientam o esforço para incorporação de ganhos ambientais ao município. Diagnosticado um quadro de severa degradação ambiental esperamos contribuir e desenvolver e estruturando políticas, procedimentos estratégias, projetos e ações que buscam estabelecer o processo para reverter esta situação.

    Este quadro de degradação foi criado por uma lógica de desenvolvimento perversa, que não apenas desprezou as condições e os limites dados pelo meio, como privilegiou setores econômicos em detrimento das demandas sociais daqueles que foram atraídos para a cidade. O resultado socialmente difícil e muito sedimentado no território São Paulo e freqüentemente inóspita  e insalubre, especialmente para os trabalhadores que construíram. A profunda injustiça social que caracteriza nossa sociedade assume sua marca territorial com a criação de um município desigual e segregado.

    O objetivo primeiro das políticas ambientais deve ser o melhor a qualidade de vida das populações mais carentes, as quais são sempre as mais afetadas pelas conseqüências da degradação ambiental.

    As questões ambientais ultrapassam a área estrita de atuação de uma única secretária, governo municipal ou mesmo esfera de governo. As marcas territoriais e os padrões de utilização do espaço e dos recursos derivam das políticas mais amplas. Também na esfera local, trata-se com freqüência de questões relativas à política de desenvolvimento do Município. Assim, afetam e são afetadas pelas políticas setoriais metropolitanas, sempre de forma interativa. Igualmente, interferem e dependem de decisões do Governo do Estado para que se viabilizem.

    Ao mesmo tempo, entendemos que as questões ambientais são uns eixos orientadores do desenvolvimento especialmente do desenvolvimento urbano, sendo crucial a explicitação e estratégias ambientais que possam articular-se às diversas estratégias setoriais do município.

    Os limites e condicionantes ambientais estão hoje claramente expressos pelas calamidades que as inundações, as doenças oriundas da poluição, o stress e o trânsito trazem à população. Impõe-se a adoção de soluções mais criativas e ambientalmente mais inteligentes do que as praticas no modelo tradicional de desenvolvimento implantado na cidade.

    O governo local, organizando formas eficazes de ação das Subprefeituras, terá também neste documento um suporte para tomada de decisões às questões ambientais cotidianamente em pauta tendo aprovado uma versão local da Agenda 21, este esforço envolvê-la e co-responsabilizá-la na construção de uma São Paulo mais digna e justa de se viver.

     Política Ambiental do Município de São Paulo

     Objetivo Geral

    Conservar, proteger e recuperar o meio ambiente, visando a melhoria da qualidade de vida

    Objetivos Específicos

    ü Introduzir critérios e procedimentos de gestão ambiental na definição e implantação de políticas publica e privadas possibilitando a criação de estratégia de sustentabilidade.

     ü Estruturar e programar o Controle Ambiental para atividades de impacto local de cada Subprefeitura: licenciar, fiscalizar e monitorar.

     ü Desenvolver e implantar Sistema de Áreas Verdes de cada Subprefeitura: ampliar as áreas verdes    existentes, com a criação de praças e parques, revitalizar e otimizar a manutenção dos parques existentes, recuperar áreas degradadas.

     ü Desenvolver programa integrado e participativo de proteção aos mananciais de abastecimento publico.

     Políticas Publicas:

    Desenvolvimento Urbano

         Objetivos

     ü Incorporar critérios e parâmetros ambientais no Plano Diretor Municipal e nos planos das subprefeituras.

     ü Estabelecer a gestão ambiental das políticas públicas setoriais.

       Diretrizes

    ü Participar ativamente do detalhamento do Plano Diretor e da elaboração dos Planos Regionais.

     ü Elaborar e implantar Sistema Municipal Integrado de informações Ambientais para apoio aos       processos decisórios.

    Ações Estratégicas

    Introduzir critérios ambientais no Plano Diretor

    Incorporar em cada subprefeitura a coordenadoria de Meio Ambiente. As diretrizes do Plano Diretor de f forma territorializada, dando subsídios à solução dos problemas ambientais locais. Incorporando as diretrizes do Plano Diretor de forma territorializada, dando subsídios as soluções dos problemas ambientais locais.

    Identificar informações relevantes para a gestão ambiental existentes internamente e externamente na PMSP.

    Conceber e implantar o Sistema, considerando, dentro outros:

     ü Desenvolvimento de mecanismo de acesso definindo fluxos relatórios de saída etc

     ü Construção de indicadores e outros instrumentos para subsidiar a tomada decisão

     ü Desenvolvimento de sistema de alimentação do Sistema

     Políticas Públicas:

    Recursos Hídricos, Proteção aos Mananciais e Saneamento Ambiental

    Objetivos

    Assegurar a existência do recurso hídrico para seus diferentes usos, com prioridade, em caso de conflito, para o abastecimento público.

    Garantir a proteção e a recuperação dos mananciais de abastecimento.

     Diretrizes

    Implantar gestão integrada da oferta e da demanda de água no município;

    Instituir e aprimorar na PMSP a gestão integrada dos recursos hídricos;

    Reduzir os índices atuais de ocupação dos mananciais de abastecimento.

     Ações Estratégicas

    Desenvolver instrumentos para:

    Ampliar a condição de produção dos mananciais

    Recuperar e aproveitar novos mananciais

    Controlar o desperdício e reduzir as perdas físicas

    Incentivar reutilização segura de água e novas alternativas de captação

    Participar ativamente dos órgãos colegiados de recursos hídricos

     Estabelecer fiscalização integrada através da articulação com as demais secretarias e órgãos municipais, estaduais e de outros municípios da RMSP

    Rever e realinhar políticas públicas de forma que não estimulem a ocupação dos mananciais

    Participar ativamente, no Sistema de Gestão de Recursos Hídricos (SIGRH), das discussões para a definição das legislações específicas

     Diretrizes

     Tornar a produção de água compensadora para todos os agentes que dela participam

    Reverter o quadro de degradação atual dos recursos hídricos

    Ações Estratégicas

     Criar instrumentos de sustentação econômica para a produção de água

    Realinhar políticas públicas para reforçar a produção de água

    Criar instrumentos de controle social das condições de produção de água

    Envolver o público consumidor de água potável na sustentação dessa produção, por meio de instrumentos econômicos de gestão.

    Estabelecer fiscalização integrada através da articulação com as demais secretarias e órgãos municipais, estaduais e de outros municípios da RMSP.

    Definir áreas de intervenção, programas de investimentos e as modalidades de redução do passivo ambiental.

    Estabelecer modelo de aproveitamento dos recursos naturais e paisagísticos para geração de renda e proteção dos mananciais

    Promover inclusão social pro meio de projetos ambientalmente sustentáveis.

     Objetivo

    Definir a Política Municipal de Saneamento Ambiental e estruturar, na PMSP, formas de gestão ambiental do saneamento básico municipal.

     Diretrizes

    Participar efetivamente do planejamento e da definição das ações da empresa concessionária de saneamento – SABESP – no Município de São Paulo, compatibilizando-as com as diretrizes da Política Municipal de Saneamento Ambiental.

    Estruturar sistema de regulação dos serviços, com controle social.

     Ações Estratégicas

    Estabelecer articulação com as esferas diretivas e técnicas da SABESP, aprimorando as relações na esfera local e descentralizada.

    Elaborar programa de trabalho conjunto PMSP/SABESP nas esferas de planejamento, operacional e estratégica

    Formalizar instrumentos de controle municipal sobre serviço de saneamento ( contrato de gestão/concessão PMSP/SABESP ) que definam tarifas e as metas para:

    ü Atendimento/abastecimento

    ü Esgotamento

    ü Racionalização de usos ( controle de perdas e re-uso )

    ü Proteção de mananciais

    Definir, em conjunto com a SABESP, o Programas

    Articular, com as demais Secretarias Municipais, a integração dos seus planos de investimentos com o da SABESP.

    Criar, manter e alimentar bancos de dados geo-referenciados de interesse comum.

    Definir parâmetros de controle social prestados pela concessionária.

     objetivo

    Estabelecer a Política Municipal de Resíduos Sólidos e o Plano Diretor de Resíduos Sólidos, com participação social, transparência e sustentabilidade.

    Reduzir, de forma imediata, a produção de resíduos sólidos destinados aos aterros sanitários no Município.

     Diretrizes

    Integrar os Sistemas de drenagem, abastecimento, esgotamento, preservação de mananciais e controle de enchentes.

    Participar da elaboração da Política Municipal de Resíduos Sólidos.

    Estimular a redução da produção de resíduos pela população, pela administração municipal e pelo setor empresarial.

     Ações Estratégicas

    Articular as diversas Secretarias Municipais e Estaduais envolvidas.

    Estabelecer Sistema Comum de Informações.

    Garantir a incorporação de critérios e parâmetros ambientais no Plano.

    Realizar articulação intersecretárias com a iniciativa privada, consumidores, organizações sociais e demais segmentos interessados, assegurando que tais parâmetros sejam considerados na implementação da Política e do Plano.

    Apoiar os arranjos institucionais e todas as formas de organização que induzam à minimização de resíduos, à coleta seletiva e à reintrodução de rejeitos no processo administrativo.

    Integrar de forma institucional as organizações sociais comprometidas com a reciclagem e a educação ambiental ao Sistema Municipal de Coleta Seletiva.

    Desenvolver estudos, visando oferecer alternativas de agregação de valor aos produtos oriundos de material reciclado.

    Definir e articular o estabelecimento de linhas de crédito e financiamentos para as cooperativas de catadores de lixo.

    Intermediar o apoio do setor privado a estas cooperativas, como forma de cor responsabilização na destinação dos resíduos.

     Políticas Públicas:

    Transportes

    Objetivos

    Reduzir as emissões de poluentes provenientes de veículos.

     Diretrizes

    Inserir parâmetros ambientais nas licitações das concessionárias de transportes públicos municipais.

    Estabelecer parâmetros, critérios e procedimentos para a implantação do Programa de Inspeção e Manutenção de Veículo em Uso – IM.

    Participar da Iniciativa Ar Limpo com o suporte do Banco Municipal.

     Ações Estratégicas

    Estabelecer padrões restritivos de emissão de poluentes para veículos de transporte coletivo.

    Apoiar a Secretaria Municipal de Transporte na elaboração dos critérios ambientais, visando a incorporação destes padrões nas licitações de empresas concessionárias.

    Estabelecer controle de emissões de poluentes para veículos de passeio de carga.

    Definir cronograma para universalização dos padrões restritivos a toda a frota de veículos licenciados no município.

    Estabelecer parâmetro de controle de ruído.

    Estabelecer equipe técnica para coordenação das atividades e desenvolvimento de projetos acordados no âmbito do Programa do Ar Limpo.

    Estabelecer articulação intermunicipal e com o Governo do Estado.

    Desenvolver mecanismos de financiamento de projetos visando a redução da poluição do ar no Município de São Paulo.

    Desenvolver o Plano de Ação Integrado de Melhoria da Qualidade do Ar para a PMSP.         

    Políticas Públicas

    Praticas de gestão ambiental na administração municipal e junto à iniciativa privada

    Objetivos

    Implantar o Programa Municipal de Reconhecimento da qualidade Ambiental

    Melhorar o padrão de gestão ambiental das unidades físicas da PMSP

    Diretrizes

    Incrementar de forma gradativa o poder de compra da PMSP para estimular práticas e procedimentos ambientalmente adequados por parte da sociedade e dos setores produtivos

    Promover programas de redução do consumo de água e energia e da produção de resíduos nas Unidades da PMS

     Ações Estratégicas

    Definir parâmetros e indicadores para ações ambientalmente amigáveis por parte de a iniciativa privada Utilizar política de reciprocidade junto a instituições  certificadoras já existentes.

    Definir parâmetros e indicadores para ações ambientalmente amigáveis por parte da iniciativa privada.

    Definir parâmetros e especificações técnicas de qualidade ambiental para licitações da SVMA

    Envolver setores da iniciativa privada e entidades sociais estabelecendo parcerias para implantação e difusão do programa

    Desenvolver programa de racionalização do uso da água e energia, A3P assim como projeto de coleta seletiva, estabelecendo padrão a ser adotado pela PMSP

     Políticas Públicas

    APA – Morro do Cruzeiro

    Garantir a conservação dos recursos naturais elaborar um decreto para a criação da  Área de Proteção Ambiental Morro do Cruzeiro

    Diretrizes

    Fomentar a gestão integrada, participativa e ambientalmente adequada da APA

    Ações Estratégicas

    Elaborar zoneamento ecológico-econômico

    Participar do Conselho Gestor constituindo

    Elaborar o Plano de Gestão Ambiental

    Dar subsídio ao Governo Local para implantação descentralizada do Plano de Gestão da APA

    Estabelecer modelos e processos de aproveitamento ambientalmente adequados do potencial turísticos e rural dos recursos naturais e paisagísticos, com geração de renda e preservação da região.

    Políticas Públicas

    Educação Ambiental

     Objetivos

    Disseminar a cultura ambiental no município a partir dos Centros  de Educação Ambiental (CEAs)

    Planejar, coordenar e executar programas e ações educativas, orientandas para promover a participação da sociedade na melhoria da qualidade de vida.

    Diretrizes

    Descentralizar as ações atingindo as 31 subprefeituras

    Integrar e articular ações dos diversos níveis de governo e atores sociais, promovendo a participação popular.

     Ações Estratégicas

    Criar Centros de Educação Ambiental nas 31 subprefeituras

    Mobilizar setores sociais, entidades civis,comunidades, universidades, iniciativa privada e outros, para promoção de programas e projetos de educação ambiental

    Criar programas que propiciem a inserção da educação ambiental nas políticas, planos e ações das demais secretarias municipais

    Capacitar profissionais das secretarias municipais e órgãos sobre as problemáticas ambientais

     Políticas Públicas:

    Instrumentos de Controlo Ambiental

     Ampliar o conhecimento da situação ambiental do Município de São Paulo.

    Implantar os procedimentos municipais de controle ambiental para atividades de impacto local.

    Criar indicadores da situação, elaborar o diagnóstico ambiental do município e acompanhar sal elaboração.

    Elaborar Plano Municipal de Controle Ambiental de atividades de impacto local.

    Implantar balcão de licenciamento ambiental.

    Melhorar os procedimentos de licenciamento de modificação de cobertura arbórea no município.

    Tornar efetiva a exigência da análise de Relatório de Impacto de Vizinhança (RIVI) nos processos de licenciamento de procedimento municipal.

    Definir as questões ambientais a serem abordadas  e os indicadores ambientais a serem considerados.

    Definir Plano de Ação que contemplem:

    ü    Identificação das “linhas de corte” para controle a ser exercido progressivamente pela esfera municipal

    ü    Estabelecimento das atribuições estratégicas, procedimentos,critérios e normas de controle, incluindo licenciamento, fiscalização e monitoramento

    ü    Estabelecimento das formas de articulação com esfera estadual e federal para compartilhamento de cadastro e bancos de dados

    ü    Estabelecimento de procedimentos ágeis e sistemáticos de participação nos licenciamentos de empreendimentos que afetem o município e que estejam a cargo de outras esferas de governo

    ü    Estabelecimento de articulação com demais municípios metropolitanos para o controle ambiental de questão de interesse comum

    Definir procedimentos e sistemática de monitoramento ambiental no município que contemplem:

    ü    Estabelecimento de critérios para dentre outros, automonitoramento, auditoria, monitoramento direto

    ü    Articulação com as instituições e órgãos envolvidos e estabelecimento de sistema de informação comuns

    ü    Compatibilização e integração de informações de monitoramento e controle ao Sistema Municipal de Informações Ambientais

    Oferecer capacitação para os quadros municipais que exercem função de fiscalizadores

    Implantação rede municipal de monitoramento complementar e articulada às redes das demais esferas de governo, universidades etc

    Estabelecer procedimentos articulados de tomada de decisão cotidiana entre monitoramento, licenciamento e fiscalização

    Estabelecer procedimentos de acompanhamento pela comunidade do cumprimento das exigências de licenciamento

    Descentralizar o licenciamento, delegando às Subprefeituras as decisões de impactos local

    Elaborar e proceder alteração de leis e regulamentos que disciplinem a matéria, adequando-os às novas estruturas institucionais

    Políticas Públicas:

    Focos  de Controle

    Objetivos

    Reduzir a produção de resíduos dos serviços de saúde

    Recuperar e monitorar áreas contaminadas e mineração

    Diretrizes

    Ampliar e aprimorar o controle sobre geradores de resíduos de serviços de saúde

    Estabelecer Plano Municipal de Áreas Contaminadas

    Ações Estratégicas

    Articulação as Secretarias Municipais para estabelecer atuação integrada

    Estabelecer legislação adequada e linhas de corte para  exigência, integrando-as ao licenciamento ambiental

    Redefinir atribuições, responsabilidades e níveis de atuação dos diferentes segmentos institucionais envolvidas na gestão de resíduos de serviços de saúde

    Rever o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde adequando sua forma e fluxo aos diferentes segmentos institucionais envolvidos

    Compartilhar a responsabilidade da gestão de resíduos proveniente das unidades de saúde

    Universalizar a exigência de planos de gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde

    Definir critérios para enquadramento de áreas potencialmente contaminadas

    Criar Bancos de Dados

    Definir e implantar programa de controle e recuperação em interação com as demais Secretarias Municipal e o Estado

    Acompanhar a realização dos Planos de Recuperação de Áreas Degradadas

     Políticas Públicas

    Áreas Verdes

    Objetivos

    Recuperar e revitalizar áreas verdes municipais existentes e criar novas áreas livres na cidade

    Recuperar áreas degrada transformando-as em parques

    Diretrizes

    Elaborar o Plano Municipal de Arborização e áreas livres

    Valorizar os recursos naturais dos parques municipais como atrativos para população do entorno

    Implantar novos parques na cidade, especialmente nas áreas de urbanização precária

    Implantar Parques Municipais nos aterros sanitários desativados

     Ações Estratégicas

    Identificar áreas verdes existentes

    ü    Publicas e privadas

    ü    Implantadas e por implantar

    Estabelecer Cadastro de Áreas Verdes do Município

    Proceder ao resgate patrimonial de áreas públicas e bens de uso comum

    Definir padrões paisagísticos para parques, praças e ruas

    Definir prioridades para expansão, recuperação arbórea e implantação de praças de lazer, contemplação e preservação

    Estabelecer critérios e procedimentos de renovação permanente de vegetação das vias publica

    Implantação novas praças e parques previstos

    Intensificar o uso de parques articulando as secretarias municipais afins e os setores sociais e ONGs, visando a promoção de eventos culturais, recreativos, oficinas didático-pedagógico etc.

    Incrementar o manejo da vegetação e aprimorar a gestão dos parques municipais

    Capacitar os Conselhos Gestores dos Parques Municipais

    Intensificar captação de recursos por meio de parcerias, visando ampliar os investimentos em infra-estrutura e paisagismo

    Elaborar programas e projetos para a áreas livres definidas como ambientalmente prioritárias tornarem-se parques

    Viabilizar a destinação de recursos orçamentário e a elaboração de  projetos de captação de recursos junto a iniciativa privada para implantar novos parques

    Orientar os recursos e obrigações oriundas de Termos de Compromisso Ambiental (TCAs) e Termos de Ajustamento de Conduta (TACs ) para a implantação de áreas verdes

    Realizar avaliação do nível de contaminação

    Elaborar e implementar o projeto de recuperação ambiental dos aterros, controlando as emissões de gás metano, os efluentes líquidos e os riscos de exposição da população a poluentes

    Elaborar a implantar projeto arquitetônico e paisagístico dos parques a serem implantados.

     Contribuição deste Material Setorial Municipal do Meio Ambiente

    Hamilton Clemente Alves 

    Douglas Alves Mendes

    Jose Ulisses Bezerra França



    Fevereiro / 2.012.

  • Cama, estante e criatividade

    18

    Fev
    18/02/2010 às 12h18
  • Mesa prática multi uso

    18

    Fev
    18/02/2010 às 12h12
  • Armário multi uso

    18

    Fev
    18/02/2010 às 12h08
  • Cadeira de papelão -passo a passo

    18

    Fev
    18/02/2010 às 11h50
  • Estante feite com caixa de papelão

    18

    Fev
    18/02/2010 às 11h31
  • Mesas e cadeiras reciclados

    16

    Fev
    16/02/2010 às 10h54
  • Móveis e decoração reciclados

    16

    Fev
    16/02/2010 às 10h49
  • Notícias e prestação de serviços

    15

    Fev
    15/02/2010 às 02h11
    Jornalista Bernardete Melo
    Siga-me no twitter.com/jornalistaberna
    www.facebook.com/?ref=home#!/profile.php?id=100000227260996

    <span style="color: darkblue">O que você encontra neste blog:
    Abaixo segue textos relacionados ao Meio Ambiente.
    Clique ao lado em Fotos e conheça a criatividade em reciclar.
    Já clicando em Vídeos você vai conhecer um mundo maravilhoso, feito a partir de material reciclado, como por exemplo, casa, piscina, sofá, telhado, iluminação, cadeira, artesanatos, e tantas coisas mais. Ah! Clicando em Músicas você vai ter uma bela surpresa: Canto de pássaros!
    Explore todo este espaço e no final deixe um comentário.
    Um abraço a todos e obrigada.


    <span style="color: green">Meio Ambiente: Não faça pela metade, faça por inteiro seu papel de cidadão ecologicamente correto.


    <span style="color: darkblue">Informações atuais e úteis para você e sua família

    Instituições que oferecem bolsas de estudo e de pesquisa
    Conferência Internacional Infanto-Juvenil - Vamos Cuidar do Planeta
    Workshop destaca licenciamento ambiental para mostrar que é possível reduzir burocracia
    Casa Modelo, conta com resíduos e tubos de creme dental em sua estrutura ecologicamente correta
    Barraginhas plantam água e colhem resultados
    Reciclanip: 200 milhões de pneus inservíveis
    Novo sistema de atendimento nas delegacias da Capital, ainda, não funciona
    Delegacia: Tire suas dúvidas, Pré ou Pronto atendimento?
    Urnas: Deputado Samuel Moreira vai ganhar uma banana
    Em carta, empresas prometem reduzir emissão de carbono
    Pets viram tinta e palletsse transformam em tijolos
    Debate sobre assistência médica reúne indústria,
    sindicato e agência nacional de saúde suplementar
    Camex cria Proex Financiamento para micro, pequenas e médias empresas
    Jornada de trabalho menor aumentaria
    os custos e reduziria a competitividade
    Bactéria intestinal comum pode provocar câncer de cólon
    Fuvest divulga beneficiados com isenção ou desconto no vestibular 2010
    Se você estiver com dor de dente
    Livro mostra como cuidar da casa e do jardim de forma ecológica
    Saiba a quem denunciar irregularidades ambientais
    Empresas investem em programa antitabagismo
    Polícia Militar de SP vai abrir concurso para contratar 2.000 soldados
    Curso prepara profissionais de RH para inclusão de pessoas surdas
    Financiamento habitacional da Caixa Econômica sobe 90% e bate recorde
    Crise provou solidez da economia brasileira
    Poupar ou parcelar o pagamento?
    Hospital da Mulher é exemplo no combate à mortalidade infantil
    América Latina é a região mais atingida pela gripe suína, diz OMS
    Em ata, Copom sinaliza para o fim do ciclo de corte da taxa básica de juros
    Desemprego em seis regiões do país recua a 14,8%, diz Dieese
    Secretaria de Gestão de Recursos Naturais lança cartilha
    Seguro-desemprego até sete parcelas
    Emprega São Paulo tem mil vagas de trabalho
    O ovo não faz mal, afirma novo estudo
    Novas regras de Consórcios
    Cuidado com o peso da mochila escolar
    Preço de genéricos supera o de remédios de marca
    Aposentadoria em 30 minutos
    Guarulhos proíbe sacolinhas plásticas
    Meio Ambiente e Direitos de Cidadania
    Reciclagem e educação ambiental

Ver postagens anteriores

Home |  Blog Grátis |  Hospedagem HTML Grátis |  Quem somos |  Parceria |  Anuncie |  Ajuda
Trabalhe no XPG |  Política de Privacidade |  Política de Segurança |  Denúncia © 2004-2017 XPG | Siga esta corrente